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		<title>AMOR &#38; SAUDE &#38; FELICIDADE</title>
		<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br</link>
		<description>Amor > Mola mestra que impulsiona o ser. 
Sa&#250;de> Ter uma vida saud&#225;vel proporciona muito prazer, entusiasmo e alegria. 
Felicidade> Varia desde o usufruto de de momentos felizes at&#233; mesmo ter a Felicidade morando dentro de cada um de n&#243;s.</description>
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		<category>Adulto</category>
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			<title>Uma outra vis&#227;o de rela&#231;&#227;o amorosa</title>
			<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/uma_outra_visao_de_relacao_amorosa</link>
			<pubDate>26.06.08</pubDate>
			
			<description>&#160;

N&#227;o precisa casar. Sozinho &#233; melhor 
Duda Teixeira* entrevista o psiquiatra Fl&#225;vio Gikovate&#160; *Publicado na Revista Veja &#62; O psiquiatra decreta a morte do amor rom&#226;ntico e diz que a vida de solteiro &#233; um caminho vi&#225;vel para a felicidade Com 41 anos de cl&#237;nica, o m&#233;dico psiquiatra Fl&#225;vio Gikovate acompanhou os fatos mais marcantes que mudaram a sexualidade no Brasil e no mundo. Por meio de mais de 8.000 pessoas atendidas, assistiu ao impacto da chegada da p&#237;lula anticoncepcional na d&#233;cada de 60 e a constitui&#231;&#227;o das fam&#237;lias contempor&#226;neas, que agregam pessoas vindas de casamentos do passado. Suas reflex&#245;es sobre o amor ao longo de esse tempo foram condensadas no seu 26&#186; livro, Uma Hist&#243;ria de Amor... com Final Feliz. Na obra, a oitava sobre o tema, Gikovate ataca o amor rom&#226;ntico e defende o individualismo, entendido n&#227;o como descaso pelos outros e sim como uma maneira de aumentar o conhecimento de si pr&#243;prio. Tendo sido um dos primeiros a publicar um estudo no pa&#237;s sobre sexualidade, atuou em diversos meios de comunica&#231;&#227;o, como jornais e revistas e na televis&#227;o. Atualmente, possui um programa na r&#225;dio, em que responde perguntas feitas por ouvintes. Aos 65 anos, ele atendeu a reportagem de Veja em seu consult&#243;rio no elegante bairro dos Jardins, em S&#227;o Paulo. Veja - O senhor diria para a maioria das pessoas que o casamento pode n&#227;o ser uma boa decis&#227;o na vida?&#160; Gikovate - Sim. As pessoas que est&#227;o casadas e s&#227;o felizes s&#227;o uma minoria. Com base nos atendimentos que fa&#231;o e nas pessoas que conhe&#231;o, n&#227;o passam de 5%. A imensa maioria &#233; a dos mal casados. S&#227;o indiv&#237;duos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saud&#225;vel. Vivem relacionamentos possessivos em que n&#227;o h&#225; confian&#231;a rec&#237;proca nem sinceridade. Por algum tempo depois do casamento, consideram-se felizes e bem casados porque ganham filhos e se estabelecem profissionalmente. Por&#233;m, l&#225; entre sete e dez anos de casamento, eles ter&#227;o de se deparar com a realidade e tomar uma decis&#227;o dr&#225;stica, que normalmente &#233; a separa&#231;&#227;o. Veja - Ficar sozinho &#233; melhor, ent&#227;o?&#160; Gikovate - H&#225; muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensa&#231;&#227;o de desamparo, aquele &#34;vazio no est&#244;mago&#34; por estarem sozinhos, resolvem a quest&#227;o sem ajuda. Mant&#234;m-se ocupados, cultivam bons amigos, l&#234;em um bom livro, v&#227;o ao cinema. Com um pouco de paci&#234;ncia e treino, driblam a solid&#227;o e se dedicam &#224;s tarefas que mais gostam. Os solteiros que n&#227;o est&#227;o bem s&#227;o geralmente os que ainda sonham com um amor rom&#226;ntico. Ainda possuem a id&#233;ia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que &#34;&#233; imposs&#237;vel ser feliz sozinho&#34;. Isso caducou. Da&#237;, vivem tristes e deprimidos. Veja - Por que os casamentos acabam n&#227;o dando certo?&#160; Gikovate - Quase todos os casamentos hoje s&#227;o assim: um &#233; mais extrovertido, estourado, de g&#234;nio forte. &#201; vaidoso e precisa sempre de elogios. O outro &#233; mais discreto, mais manso, mais tolerante. Faz tudo para agradar o primeiro. Todo mundo conhece pelo menos meia-d&#250;zia de casais assim, entre um ego&#237;sta e um generoso. O primeiro reclama muito e, assim, recebe muito mais do que d&#225;. O segundo tem baixa auto-estima e est&#225; sempre disposto a servir o outro. Muitos homens ego&#237;stas fazem quest&#227;o que a mulher generosa esteja do lado dele enquanto ele assiste na televis&#227;o os seus programas preferidos. Mulheres ego&#237;stas n&#227;o aceitam que seus esposos joguem futebol. Consideram isso uma trai&#231;&#227;o. De um jeito ou de outro, o generoso sempre precisa fazer concess&#245;es para agradar o ego&#237;sta, ou n&#227;o brigar com ele. Em nome do amor, deixam sua individualidade em segundo plano. E a felicidade vai junto. O casamento, ent&#227;o, come&#231;a a desmoronar. Para os meus pacientes, eu sempre digo: se voc&#234; tiver de escolher entre amor e individualidade, opte pelo segundo. Veja - Viver sozinho n&#227;o seria uma postura muito individualista?&#160; Gikovate - N&#227;o h&#225; nada de errado em ser individualista. Muitos dos autores contempor&#226;neos t&#234;m uma postura cr&#237;tica em rela&#231;&#227;o a isso. Confundem individualismo com ego&#237;smo ou descaso pelos outros. S&#227;o conceitos diferentes. Outros dizem que o individualismo &#233; liberal e at&#233; mesmo de direita. Eu n&#227;o penso assim. O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e n&#227;o como uma metade desamparada, consegue estabelecer rela&#231;&#245;es afetivas de boa qualidade. Por tabela, tamb&#233;m poder&#225; construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si pr&#243;prio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabar&#225; por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criar&#225; condi&#231;&#245;es para um avan&#231;o moral significativo. Veja - Por que os casamentos normalmente ocorrem entre ego&#237;stas e generosos? Gikovate - A id&#233;ia geral na nossa sociedade &#233; a de que os opostos se atraem. E isso acontece por v&#225;rios motivos. Na juventude, n&#227;o gostamos muito do nosso modo de ser e admiramos quem &#233; diferente de n&#243;s. Assim, ego&#237;stas e generosos acabam se envolvendo. O ego&#237;sta, por ser exibicionista, tamb&#233;m atrai o generoso, que v&#234; no outro qualidades que ele n&#227;o possui. Por fim, nossos pais e av&#243;s s&#227;o geralmente uni&#245;es desse tipo, e n&#243;s acabamos repetindo o erro deles. Veja - Para quem tem filhos n&#227;o &#233; melhor estar em um casamento? E, para os filhos, n&#227;o &#233; melhor ter pais casados?&#160; Gikovate - Para quem pretende construir projetos em comum - e ter filhos &#233; o mais relevantes deles - o melhor &#233; jogar em dupla. Crian&#231;as d&#227;o muito trabalho e preocupa&#231;&#227;o. &#201; muito mais f&#225;cil, ent&#227;o, quando essa tarefa &#233; compartilhada. Do ponto de vista da crian&#231;a, o mais prov&#225;vel &#233; que elas se sintam mais amparadas quando crescem segundo os padr&#245;es culturais que dominam no seu meio-ambiente. Se elas s&#227;o criadas pelo padrasto, vivem com os filhos de outros casamentos da m&#227;e, mas estudam em uma escola de valores fortemente conservadores e religiosos, poder&#227;o sentir algum mal-estar. Do ponto de vista emocional, n&#227;o creio que se possa fazer um julgamento definitivo sobre as vantagens da fam&#237;lia tradicional sobre as constitu&#237;das por casais gays ou por um pai ou m&#227;e solteiros. Estamos em um processo de transi&#231;&#227;o no qual ainda n&#227;o est&#227;o constitu&#237;dos novos valores morais. &#201; sempre bom esperar um pouco para n&#227;o fazer avalia&#231;&#245;es precipitadas. Veja - Que conselhos voc&#234; daria para um jovem que acaba de come&#231;ar na vida amorosa?&#160; Gikovate - &#201; preciso que o jovem entenda que o amor rom&#226;ntico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, est&#225; com os dias contados. Esse amor, que nasceu no s&#233;culo XIX com a revolu&#231;&#227;o industrial, tem um car&#225;ter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que &#233; uma afronta &#224; individualidade. O mundo mudou muito desde ent&#227;o. &#201; s&#243; olhar como vivem as vi&#250;vas. Est&#227;o todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor rom&#226;ntico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, v&#225;rias vezes, at&#233; aprender essa li&#231;&#227;o. Se &#233; que aprendem. Se um jovem j&#225; tem a no&#231;&#227;o de n&#227;o precisa se casar par ser feliz, ele pular&#225; todas essas etapas que provocam sofrimento. 
(...) Entrevista completa:http://www.ichthysinstituto.com.br/artigos_detalhe12.asp </description>
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		<item>
			<title>RELA&#199;&#213;ES AMOROSAS</title>
			<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/relacoes_amorosas</link>
			<pubDate>14.06.08</pubDate>
			<a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108077" title="Ver categorias">Saúde</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108078" title="Ver categorias">Psicologia</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108079" title="Ver categorias">Comportamento</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108080" title="Ver categorias">Felicidade</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=112289" title="Ver categorias">Amor</a>
			<description>&#160;


N&#227;o se deixe despeda&#231;ar&#160; por causa de uma rela&#231;&#227;o! 
:: Rosana Braga :: Estranho pensar num processo de despeda&#231;amento da gente mesma, n&#227;o &#233;? Ainda mais quando esse processo se inicia em fun&#231;&#227;o de um sentimento que tem o intuito divino de juntar... Mas &#233; justamente ao ato de se deixar desintegrar e se misturar ao outro que estou me referindo, porque essa decis&#227;o - geralmente tomada inconscientemente - &#233; muito mais comum do que supomos. Muitas vezes, quando entramos num relacionamento e passamos a enxerg&#225;-lo como &#8220;a raz&#227;o&#8221; de toda a nossa felicidade; quando nos sentimos perdidamente apaixonados (no sentido literal da palavra) e apostamos todas as nossas fichas na possibilidade de estendermos ao m&#225;ximo essa sensa&#231;&#227;o que preenche os nossos dias, corremos o s&#233;rio risco de n&#227;o sabermos mais onde termina o outro e onde come&#231;amos n&#243;s. Ou seja, na inten&#231;&#227;o de nos tornarmos parte da vida do outro, perdemos a no&#231;&#227;o do que &#233; parte essencial nossa - seja qualidade ou defeito - e passamos a considerar o outro como o &#8220;centro&#8221; e a &#8220;causa&#8221; de tudo de bom (e tamb&#233;m de ruim) que sentimos. Assim, perdemos a preciosa oportunidade que o amor deveria nos proporcionar. Perdemos a chance de olhar para n&#243;s mesmos atrav&#233;s do outro, mas tendo plena consci&#234;ncia de que a pessoa amada &#233;, em &#250;ltima an&#225;lise, a proje&#231;&#227;o de um amor que existe primeiro dentro de n&#243;s mesmos. Porque amar outra pessoa e se permitir experimentar a intimidade &#233;, acima de tudo, um convite &#224; descoberta do que h&#225; de mais valioso em nossa pr&#243;pria ess&#234;ncia. No entanto, quando acreditamos - equivocadamente - que o que vivemos &#233; m&#233;rito ou &#8220;culpa&#8221; do outro, permitimos que essa rela&#231;&#227;o comece a nos despeda&#231;ar. Come&#231;amos a nos tornar emocionalmente como peda&#231;os, partes desintegradas de n&#243;s mesmos; e, assim, j&#225; n&#227;o nos reconhecemos mais. N&#227;o conseguimos mais ter a exata dimens&#227;o de at&#233; onde podemos ou queremos ir. E nessa simbiose destrutiva, passamos a atuar em fun&#231;&#227;o do outro. Inevitavelmente sofremos, porque perdemos a &#250;nica refer&#234;ncia realmente v&#225;lida: nosso pr&#243;prio cora&#231;&#227;o. Se voc&#234; se sente confusa e dolorosamente misturada &#224; pessoa amada, sugiro que voc&#234; comece a retomar o seu pr&#243;prio centro. Isto &#233;, concentrar-se em si mesma, em seus mais genu&#237;nos e pessoais sentimentos, a despeito do que o outro possa fazer diante deste resgate. Al&#233;m disso, em princ&#237;pio o objetivo nem &#233; expressar tais sentimentos, mas apenas e t&#227;o somente reconhec&#234;-los, aceit&#225;-los e acolh&#234;-los. Depois, mais consciente de si mesmo, creio que seja o momento de come&#231;ar a se fazer presente, de fato, nesta rela&#231;&#227;o. Somente assim, voc&#234; poder&#225; compreender a exata dimens&#227;o dos acontecimentos, dos sentimentos e das raz&#245;es que fazem com que voc&#234; esteja ao lado dessa pessoa. Reconhecer-se &#233; ponto primordial e absolutamente fundamental para tornar construtiva e produtiva uma rela&#231;&#227;o de amor. Caso contr&#225;rio, voc&#234; estar&#225; despeda&#231;ando-se dia ap&#243;s dia, literalmente se desfazendo em peda&#231;os que perdem o sentido, que n&#227;o complementam, que n&#227;o justificam uma uni&#227;o. E, assim, deixa de ser pleno, de ser &#237;ntegro e, sobretudo, amante. Porque amante &#233; aquele que toma atitudes e faz escolhas... e peda&#231;os n&#227;o s&#227;o suficientes. Amantes s&#227;o inteiros que, humilde e sabiamente, emprestam-se como &#8220;metades&#8221; para dar vida ao amor do outro, mas sem nunca se misturar e se perder... Porque o amor &#233; sempre um encontro, sem nunca ter sa&#237;do &#224; procura... um encontro singular de voc&#234; consigo mesma, atrav&#233;s da troca rec&#237;proca de dois cora&#231;&#245;es transbordados de amor... Formata&#231;&#227;o Ise&#174; Fortaleza - Mar&#231;o / 2008
(Presente da querida amiga Yvonne Falkas - SP)
14/06/08
***</description>
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		<item>
			<title>AMOR > Cita&#231;&#245;es de Leo Buscaglia</title>
			<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/amor_g_citacoes_de_leo_buscaglia</link>
			<pubDate>10.06.08</pubDate>
			<a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108078" title="Ver categorias">Psicologia</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108079" title="Ver categorias">Comportamento</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108080" title="Ver categorias">Felicidade</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=112289" title="Ver categorias">Amor</a>
			<description>&#8220;O amor, particularmente, &#233; aprendido melhor na alegria, na paz e no viver.&#8221; &#8220;A diferen&#231;a entre dizer &#180;eu te amo&#180; para um amigo ou para um amante &#233; que, se voc&#234; o disser para o amigo, ele saber&#225; exatamente o que voc&#234; quis dizer com isso.&#8221; &#8220;Se algu&#233;m deseja conhecer o amor, deve viver o amor em suas a&#231;&#245;es.&#8221; &#8220;Para se amar, deve-se viver as quest&#245;es. Mas para viv&#234;-las, &#233; necess&#225;rio que se as proponha.&#8221; &#8220;O amor n&#227;o pode ser capturado nem preso a uma parede. Ele foge das correntes. Se o amor deseja tomar outra dire&#231;&#227;o, ele o faz; e todas as pris&#245;es, guardas, correntes e obst&#225;culos no mundo n&#227;o s&#227;o suficientemente fortes para det&#234;-lo por um segundo.&#8221; &#8220;O amor est&#225; sempre de bra&#231;os abertos. Com os bra&#231;os abertos voc&#234; permitir&#225; que o amor venha e v&#225; quando assim o desejar, livremente, pois ele far&#225; isso de qualquer maneira. Se voc&#234; se fecha sobre o amor descobrir&#225; que ficou segurando apenas a si pr&#243;prio.&#8221; &#8220;&#201; tolice acreditar que o amor de algu&#233;m possa estar completamente realizado ou posto em pr&#225;tica. O amor perfeito &#233; realmente raro. Deve-se imaginar mesmo se qualquer homem j&#225; o alcan&#231;ou. Isto n&#227;o significa que n&#227;o possa ser poss&#237;vel, nem que n&#227;o seja uma meta a ser sinceramente procurada. Na verdade, &#233; nosso maior desafio, pois o amor e a pr&#243;pria pessoa s&#227;o uma coisa s&#243; e a descoberta de um &#233; a realiza&#231;&#227;o de outro.&#8221; &#8220;O amor ensina ao homem a mostrar o que est&#225; sentindo. O amor nunca pressup&#245;e que possa ser percebido ou sentido sem express&#227;o.&#8221; &#8220;O amor n&#227;o tem medo de sentir.&#8221; &#8220;O amor tem necessidade de ser expresso fisicamente.&#8221; &#8220;O amor revela-se e cresce no momento e na alegria de cada instante.&#8221; &#8220;N&#227;o existem tipos de amor, o amor &#233; amor; s&#243; existem intensidades de amor. O amor &#233; confiar, aceitar e acreditar, sem garantias. O amor &#233; paciente e espera, mas &#233; uma espera ativa, n&#227;o passiva. Est&#225; se oferecendo continuamente numa revela&#231;&#227;o m&#250;tua, num compartilhar m&#250;tuo. O amor &#233; espont&#226;neo e precisa se expressar pela alegria, pela beleza, pela verdade, mesmo pelas l&#225;grimas. O amor vive o momento; n&#227;o est&#225; perdido no passado nem precisa do amanh&#227;. O amor &#233; Agora!&#8221; &#8220;Ser &#233; fazer. Uma pessoa s&#243; se torna real (humana) no momento da a&#231;&#227;o. Se algu&#233;m deseja amar, &#233; claro que deve mover-se para o amor.&#8221; &#8220;Mesmo o maior guru n&#227;o pode lhe dar o amor. S&#243; pode ajud&#225;-lo guiando-o, oferecendo compreens&#245;es, sugest&#245;es e est&#237;mulos. Voc&#234; n&#227;o aprender&#225; observando os outros viverem o amor; s&#243; aprender&#225; como um participante ativo no amor.&#8221; </description>
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			<title>GESTOS AMOROSOS</title>
			<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/gestos_amorosos</link>
			<pubDate>28.05.08</pubDate>
			<a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108077" title="Ver categorias">Saúde</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108078" title="Ver categorias">Psicologia</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108079" title="Ver categorias">Comportamento</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=108080" title="Ver categorias">Felicidade</a>, <a href="http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/?cat=112289" title="Ver categorias">Amor</a>
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&#34;Idoso&#34; &#233; palavra de fila de banco e de supermercado; &#34;velho&#34;, ao contr&#225;rio, pertence ao universo da poesia DEI-ME CONTA DE que estava velho cerca de 25 anos atr&#225;s. J&#225; contei o ocorrido v&#225;rias vezes, mas vou cont&#225;-lo novamente.&#160;Era uma tarde em S&#227;o Paulo. Tomei um metr&#244;. Estava cheio. Segurei-me num bala&#250;stre sem problemas. Eu n&#227;o tinha dificuldades de locomo&#231;&#227;o. Comecei a fazer algo que me d&#225; prazer: ler o rosto das pessoas. 
Os rostos s&#227;o objetos on&#237;ricos: fazem sonhar. Muitas cr&#244;nicas j&#225; foram escritas provocadas por um rosto -at&#233; o mesmo o nosso- refletido no espelho. Estava eu entregue a esse exerc&#237;cio liter&#225;rio quando, ao passar de um livro para outro, isto &#233;, de um rosto para outro, defrontei-me com uma jovem assentada que estava fazendo comigo aquilo que eu estava fazendo com os outros. Ela me olhava com um rosto calmo e n&#227;o desviou o olhar quando os seus olhos se encontraram com os meus. Prova de que ela me achava bonito. Sorri para ela, ela sorriu para mim... Logo o sonho sugeriu uma cr&#244;nica: &#34;Professor da Unicamp se encontra, num vag&#227;o de metr&#244;, com uma jovem que seria o amor de sua vida...&#34; 
Foi ent&#227;o que ela me fez um gesto amoroso: ela se levantou e me ofereceu o seu lugar... Maldita delicadeza! O seu gesto amoroso me humilhou e perfurou o meu cora&#231;&#227;o... E eu n&#227;o tive alternativas. Como rejeitar gesto t&#227;o delicado! Remoendo-me de raiva e sorrindo, assentei-me no lugar que ela deixara para mim. Sim, sim, ela me achara bonito. T&#227;o bonito quanto o seu av&#244;... 
Aconteceu faz mais ou menos um m&#234;s. Era a festa de anivers&#225;rio de minha nora. Muitos amigos, casais jovens, segundo minha maneira de avaliar a idade. Eu estava assentado numa cadeira num jardim observando de longe. Nesse momento chegou um jovem casal amigo. Quando a mulher jovem e bonita me viu, veio em minha dire&#231;&#227;o para me cumprimentar. Fiz um gesto de levantar-me. Mas ela, delicad&#237;ssima, me disse: &#34;N&#227;o, fique assentadinho a&#237;...&#34; Se ela me tivesse dito simplesmente &#34;N&#227;o &#233; preciso levantar&#34;, eu n&#227;o teria me perturbado. 
Mas o fio da navalha estava precisamente na palavra &#34;assentadinho&#34;. Se eu fosse mo&#231;o, ela n&#227;o teria dito &#34;assentadinho&#34;. Foi justamente essa palavra que me obrigou a levantar para provar que eu era ainda capaz de levantar-me e assentar-me. Fiquei com d&#243; dela porque eu, no meio de uma risada, disse-lhe que ela acabava de dar-me uma punhalada... 
Contei esse acontecido para uma amiga, mais ou menos da minha idade. E ela me disse: &#34;Estou s&#243; esperando que algu&#233;m venha at&#233; mim e, com a m&#227;o em concha, bata na minha bochecha, dizendo: &#34;Mas que bonitinha...&#34; Acho que vou lhe dar um murro no nariz...&#34; 
Vem depois as grosserias a que n&#243;s, os velhos, somos submetidos nas salas de espera dos aeroportos. Pra come&#231;ar, n&#227;o entendo por que &#34;velho&#34; &#233; politicamente incorreto. &#34;Idoso&#34; &#233; palavra de fila de banco e de fila de supermercado; &#34;velho&#34;, ao contr&#225;rio, pertence ao universo da poesia. J&#225; imaginaram se o Hemingway tivesse dado ao seu livro cl&#225;ssico o nome de &#34;O idoso e o mar&#34;? J&#225; imaginaram um casal de cabelos brancos, o marido chamando a mulher de &#34;minha idosa querida&#34;? 
Os alto-falantes nos aeroportos convocam as crian&#231;as, as gestantes, as pessoas com dificuldades de locomo&#231;&#227;o e a &#34;melhor idade&#34;... Algu&#233;m acredita nisso? Os velhos n&#227;o acreditam. Ent&#227;o essa express&#227;o &#34;melhor idade&#34; s&#243; pode ser goza&#231;&#227;o. 
&#160;RUBEM ALVES
Rubem Alves &#233; educador, escritor, psicanalista e professor em&#233;rito da Unicamp. </description>
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			<title>AMOR E SEXO</title>
			<link>http://saudeefelicidade.blog.terra.com.br/amor_e_sexo</link>
			<pubDate>26.05.08</pubDate>
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Amor e sexo, &#233; preciso aprender?&#160;Alfonso Aguil&#243; Autodom&#237;nio sobre a imagina&#231;&#227;o e os desejos O amor &#233; a realiza&#231;&#227;o mais completa das possibilidades do ser humano. &#201; o mais &#237;ntimo e o maior, &#233; onde ele encontra a plenitude do seu ser, a &#250;nica coisa que pode absorv&#234;-lo inteiramente. O prazer que deriva da sua express&#227;o no amor conjugal &#233; talvez o mais intenso dos prazeres corporais e tamb&#233;m talvez o que mais absorve. O entusiasmo que produz uma paix&#227;o pura e sincera retira o homem ou a mulher de si mesmo para se entregar e viver para o outro: &#233; o maior entusiasmo que a maioria dos seres humana tem na sua vida. Quando o prazer e o amor se unem em entrega m&#250;tua, ent&#227;o &#233; poss&#237;vel alcan&#231;ar um alto grau de felicidade e prazer. Em contrapartida - como escreveu Mikel Gotzon Santamaria - quando se prima pela busca do simples prazer f&#237;sico, esse prazer tende a converter-se em algo moment&#226;neo e fugidio, que deixa um rasto de insatisfa&#231;&#227;o. Porque a satisfa&#231;&#227;o sexual &#233; na realidade apenas uma parte, e talvez a mais pequena, da alegria da entrega sexual de alma e corpo pr&#243;pria da entrega total do amor conjugal. - Mas, nem sempre &#233; f&#225;cil distinguir o que &#233; carinho do que &#233; fome de prazer. &#192;s vezes &#233; muito claro. Outras, nem tanto. Em qualquer caso, na medida em que se reduza a simples fome de prazer, est&#225;-se a usar a outra pessoa. E isso n&#227;o pode ser bom para nenhum dos dois. Quando se usa a outra pessoa, n&#227;o a amamos, nem sequer a respeitamos, porque se utiliza e se rebaixa a sua intimidade pessoal. O terreno sexual oferece, mais do que outros, ocasi&#245;es para se servir das pessoas como se fossem um objeto, ainda que seja inconscientemente. A dimens&#227;o sexual do amor faz com que este possa inclinar-se com certa facilidade para a busca do prazer em si mesmo, uma utiliza&#231;&#227;o que sempre rebaixa a pessoa, pois afeta a sua mais profunda intimidade. Sendo o sexo express&#227;o da nossa capacidade de amar, toda a refer&#234;ncia sexual chega at&#233; ao mais fundo, ao n&#250;cleo mais &#237;ntimo, e implica a totalidade da pessoa. E, precisamente por possuir t&#227;o grande valor e dignidade, a sua corrup&#231;&#227;o &#233; particularmente corrosiva. Cada um faz do seu amor o que faz da sua sexualidade. 
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